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Pergunta rápida: entre carne de porco e bovina, qual faz mais mal à saúde?


A questão que sempre ganhou resposta rápida, com a condenação da carne suína, hoje gera discussões entre os nutricionistas. O preconceito com o porco na alimentação é herança do passado, quando o rebanho era criado em condições bastante precárias. Não é à toa que o nome do animal virou até ofensa. Hoje, quem diria, o suíno disputa o topo das opções mais saudáveis para os apreciadores de carne, por vezes desbancando inclusive a carne de frango.


Mas o que mudou em relação ao passado? Para começar, a alimentação do rebanho com lavagens foi substituída por uma dieta balanceada, com ração de milho e farelo de soja, ricos em vitaminas e minerais. Os criadouros imundos também foram deixados para trás e deram lugar a espaços cimentados e higienizados, de acordo com as regras da vigilância sanitária. Os abates, que antes ocorriam quando o porco atingia cerca de 300 quilos, hoje acontecem quando o animal chega aos 90, resultando em um produto bem mais magro para o consumidor. 

Todas essas mudanças, agregadas ainda à manipulação genética, renderam uma redução de 31% da gordura, 14% das calorias e 10% do colesterol na carne suína, de acordo com o Ministério da Agricultura. A mudança significativa tem estimulado as vendas de porco nos açougues brasileiros. Contudo, o consumo ainda deve crescer muito nos próximos anos, à medida que as pessoas percam o receio. 
Três cortes amados pelos brasileiros:


Por que levar o porco à mesa? Os cortes suínos são ricos em vitaminas como as do complexo B, que prezam as atividades cerebrais. Também abundam em potássio, que regula a pressão; zinco, que fortalece as defesas, e ferro. A gordura saturada, conhecida por obstruir os vasos sanguíneos e comumente associada à carne de porco, deu espaço à gordura insaturada, esta bem mais saudável para o organismo humano. O porco anda tão bem cotado entre os nutricionistas, que possivelmente será parte obrigatória da merenda escolar, caso a lei em tramitação na Câmara seja aprovada.

Nada de linguicinha 
Nem todos os cortes suínos fazem bem a saúde. O lombo é a parte mais magra do animal e “faz frente a qualquer carne de vaca ou frango”, conta o bioquímico Jorge Mancini, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP à Revista Saúde. Esse corte pode ser consumido até duas vezes por semana, segundo a reportagem. Além do lombo, a bisteca - de preferência grelhada e sem a capa de gordura - e o pernil são boas opções para se levar à mesa. Já os embutidos, como salames e salsichas, e também o toucinho devem ser evitados. 

Independentemente do corte escolhido, os nutricionistas aconselham sempre procurar os selos do Ministério da Agricultura e dos órgãos de controle sanitário na hora da compra. Também é recomendado buscar receitas que valorizem os nutrientes e não acrescentem excesso de gordura à refeição. No mais, é aproveitar o sabor rico da carne suína sem peso na consciência.

Fonte: Revista Saúde, Ministério da Agricultura e Universidade Estadual de Campinas

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